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sábado, 3 de julho de 2010

Dia 03 de Julho


OBRIGADO.
"Obrigado, pelo Sol e pelo vento, pelo azul do firmamento e pela estrela que há em mim. Obrigado pelo tempo que passou pelos passos, pelos vôos, e pela vida que há em mim. OBRIGADO POR ESSE BRILHO NO OLHAR POR ESSA CHAMA QUE ME QUEIMA, OBRIGADO PELA ESTRELA QUE HÁ EM MIM. OBRIGADO PELA ESTRADA PERCORRIDA POR ESSE DOM, POR ESSA VIDA OBRIGADO PELA ESTRELA QUE HÁ EM MIM. Obrigado pelo sorriso da criança pela saudade e a lembrança de alguma estrela que brilhou; Obrigado pela presença que não passa pela esperança que me abraça; pelo silencio que há em Ti. OBRIGADO POR ESSA VOZ QUE EM MIM HABITA POR ESSA MÃO QUE NECESSITA DE OUTRA MÃO QUE SAIBA AMAR E SER FELIZ. OBRIGADO POR ESSE ADEUS QUE É BOA NOVA, POR ESSE OLHAR DE BOA VINDA, PELA ESTRELA QU'INDA BRILHA NO MEU CÉU"
Irineu Maciel e Família.

JULHO - COMUNIDADE E FAMÍLIA



Comunidade e Família

Não é pequena a mensagem que ressoa daquelas núpcias de Caná. Aqui está o embrião da grande missão da Mãe, que surgirá depois da cruz. Maria se transforma em mãe de toda a cristandade, interrcessora, caminho para chegar ao filho: é mais fácil ir até Ele pela Mãe. Certamente, Champagnat compreendeu isso muito cedo e transformou Maria na "primeira Superior" do Instituto. As palavras de Caná estão seladas no coração do Marista - "Fazei tudo o que ele vos disse" - vale sempre como uma solicitação maternal em renovar o Reino de seu Filho. Por isto, esta cena bíblica constitui o centro impulsionador, coração da espiritualidade que guiará o instituto ao 21º Capítulo.

ORAÇÃO
Trindade do Amor, Pai, Filho e Espírito Santo, reunidos na mesa da fraternidade, com família te damos graças pela dádiva de nossa vida e de nossa vocação.
Somos felizes, Senhor, por vivermos em comunidade e em família. Fomos escolhidos por teu amor, para caminharmos unidos, partilhando o que somos e temos.
Cada um de nós é um dom precioso à vida fraterna, e, juntos, queremos dar testemunho do amor que nos conquistou.
Torna fecundo, Senhor, o projeto de vida que construímos juntos e dá-nos a graça de perseveramos na comunhão fraterna. Que nossa comunidade e família se abram a todos os que se aproximarem de nós e conosco desejam partilhar a vida e a fé em Ti, Deus Comunhão
AMÉM.
Calendário Marista 2010.
Irineu Maciel

segunda-feira, 28 de junho de 2010

XXI Capítulo Geral



Peregrinos com corações novos para um mundo novo
Mensagem ao XXI Capítulo Geral dos Leigos maristas convidados ao Capítulo Roma, 19 de setembro de 2009
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Nós, leigas e leigos convidados ao XXI Capítulo geral queremos manifestar a nossa gratidão por esta oportunidade de estar aqui entre os nossos Irmãos. Gostaríamos de agradecer a todos, pessoalmente, esta oportunidade de descobrir a presença de Deus entre nós, de partilhar a vida em Comunidade e de fazer, juntos, uma viagem espiritual única. Temos consciência de que estamos infundindo uma nova vida ao carisma de Champagnat, um carisma dinâmico e precioso. Participamos de momentos privilegiados e sagrados, porque os irmãos nos convidaram a entrar nas suas vidas, esperanças e sonhos.
Este Capítulo fez com que nos sentíssemos mais firmemente comprometidos nas três dimensões do nosso ser marista: mais comprometidos com a missão, com a nossa própria vocação e com a nossa responsabilidade para com os outros leigos maristas, na nossa própria região e nas outras partes do mundo. Sentimos uma inabalável necessidade de unir-nos aos outros: primeiro, a partir da nossa humanidade, com as nossas faltas e defeitos, nossos dons e talentos; e depois, como povo de Deus, em busca de um lugar melhor para as nossas crianças e jovens, especialmente os mais pobres.
Reconhecemos o nosso lugar na história do desenvolvimento do nosso carisma e do Instituto, e levamos conosco conversas e sentimentos que partilhamos, algo único, vivido neste momento e lugar histórico.

Nossas preocupações

Unidos à grande expectativa posta no Capítulo e nos seus membros, tal como vocês, não queremos ficar aquém das esperanças e dos ideais manifestados durante os dias que aqui permanecemos. Entretanto, vão conosco algumas preocupações, tanto pessoais quanto institucionais, que gostaríamos de pôr em comum com vocês:
Que em nossas realidades quotidianas não demos prioridade à vontade de Deus, tal como se expressou no Capítulo.

Que em nossas ações e fatos não realizemos sempre o sonho do fundador e deixemos por vezes, as crianças e os pobres fora do coração do nosso trabalho. Os nossos recursos econômicos e humanos devem ser usados para o bem das crianças e dos jovens.
Que, apesar da ação do Espírito em nós, o temor de perder algo, de sofrer e de mudar bloqueie a nossa decisão de responder com audácia e decisão.

Que o bom espírito desse processo vocacional possa se enfraquecer em algumas comunidades e por causa de algumas pessoas, por falta de compreensão e aceitação dos leigos maristas como companheiros de caminho, corresponsáveis na missão e na vocação.

Nossas esperanças

Também partilhamos com vocês estas esperanças:
O desejo de comunhão que nós, leigos maristas, sentimos entre nós e com os irmãos, bem como o crescente diálogo que partilhamos, cada vez com maior profundidade.
O caminhar que, durante esses anos, vivemos juntos, irmãos e leigos, partilhando vida, missão e espiritualidade com paixão, generosidade e alegria. Sabemos que a vocação dos leigos maristas é uma realidade que não tem retorno.
A abertura do Capítulo à força do Espírito, a sua sensibilidade ante as necessidades das crianças e jovens pobres, assim como o desejo de impulsionar para o futuro o carisma marista, para poder responder mais e melhor aos seus apelos. Estamos certos de que começa a brotar algo inspirador e audacioso, capaz de criar uma vida nova.
O apelo à internacionalidade do nosso Instituto, pelo que isso significa de integração da diversidade, de encontro entre distintas culturas, e de caminho em comum, como família.

Nossas propostas

Com essas preocupações e a partir dessas esperanças, como irmãos a caminho, queremos fazer-lhes as seguintes propostas, com as quais nos comprometemos de trabalhar, lado a lado com vocês, para renovar a vitalidade do carisma marista:

1. Reconhecer e impulsionar decididamente a vocação dos leigos maristas.
a. Difundindo e animando a reflexão sobre o documento ‘Em torno da mesma mesa’.
b. Apoiando processos de discernimento para leigos com interesse na vida marista.
c. Impulsionando o Movimento Champagnat da Família Marista e outros grupos e comunidades de leigos maristas, e aprofundando a sua relação com a vida dos irmãos, particularmente nas regiões onde o movimento laical é mais fraco.
d. Ajudando a articulação do laicato marista, que consideramos necessária para continuar a crescer.
e. Determinando e promovendo formas de compromisso laical com o carisma em cada Província.
f. Explorando a possibilidade de programas que permitam aos leigos maristas manifestar o compromisso missionário com os pobres, como acontece na missão Ad Gentes.

2. Favorecer encontro de irmãos e leigos maristas em todo o Instituto para partilhar em profundidade a nossa vida.
a. Ampliando as propostas de formação de leigos e irmãos; desenvolvendo propostas de formação conjunta de irmãos e leigos, e incluindo em toda a formação a complementaridade de nossas vocações.
b. Criando espaços para partilhar e aprofundar a espiritualidade marista, entre irmãos e leigos, oferecendo essa riqueza aos jovens, à Igreja e ao mundo.

3. Reforçar as estruturas de corresponsabilidade no carisma
a. Continuando a criar estruturas de corresponsabilidade na missão e na espiritualidade, nas Províncias e no Instituto, e ajudando-nos a aprofundar modelos de gestão realmente maristas, nas obras.
b. Organizando uma nova Assembleia Internacional da Missão, conjunta entre irmãos e leigos, com uma mensagem a ser levada em conta pelo Capítulo geral.
c. Ampliando e promovendo o Secretariado dos leigos no Instituto e as diversas comissões de leigos nas Regiões e nas Províncias.
d. Reforçando, juntos, o trabalho da FMSI (Fundação Marista de Solidariedade Internacional) em nível de Instituto e de Regiões, fortalecendo as redes de solidariedade já existentes.

E comprometemo-nos firmemente a trabalhar juntos, irmãos e leigos, no desenvolvimento de todas estas iniciativas.
Acreditamos que vivemos um kairòs, um momento-chave para partilhar e aprofundar com audácia o carisma marista, formando juntos uma imagem profética de comunhão na Igreja.
Enquanto a voz das crianças e jovens pobres continuar a clamar, o carisma de Marcelino continuará a ser profundamente atual. O seu olhar comove nossos corações e chama-nos para que, juntos, irmãos e leigos de Champagnat, saiamos ao seu encontro.
Que a Boa Mãe e São Marcelino guiem os nossos passos e nos ajudem a olhar o mundo com os olhos de um menino pobre.
Amém.
_________________________
Agnes, Angela, Arturo, Chema, Dilma, Erica, Feno, Irma, Linda e Rufus

ORAÇÃO PARA PEDIR VOCAÇÔES MARISTA


Maria, nossa Boa Mãe, junto com São Marcelino queremos pedir-te novas vocações maristas. Como a lâmpada necessita de azeite, precisamos de leigos maristas vocacionados e muitos Irmãos santos e abençoados. Ensina-nos, ó Mãe, a perceber e entusiasmar, a convidar e a acompanhar os novos candidatos à vida marista. Peça que Teu Filho chame pelo nome esses que vamos visitar e juntos continuaremos a torna-lo mais conhecido e amado. Amém.

domingo, 27 de junho de 2010

29 DE JUNHO, TERÇA-FEIRA




UM PESCADOR, CASADO, DA GALILÉIA
O nome dele era Simão. Segundo a tradição bíblica, depois atestada por historiadores, ele nasceu em 1 a.C, em Betsaida, na Galiléia, e morreu em 67 d.C, em Roma. Seu túmulo, e isso também já foi atestado por arqueólogos, está sob a basílica de São Pedro, no Vaticano. Sua profissão era pescador e, segundo o evangelho de São Mateus, era casado e responsável pelo sustento da sogra viúva, que aliás recebeu uma graça de Jesus, sendo curada de uma enfermidade. Foi Jesus, quando o conheceu durante uma pregação em Cafarnaum, que trocou seu nome para Pedro. E foi Pedro, cujo significado do nome é pedra, quem fundou o cristianismo, que evoluiu para o catolicismo que conhecemos hoje, daí ser considerado o primeiro papa da igreja.


O mar da Galileia, que na verdade era um grande lago, testemunhou alguns dos milagres de Jesus, tomando por base os textos bíblicos. Caminhar sobre as águas é um dos mais famosos. Quando conheceu o pescador Simão, Jesus também teria feito um desses prodígios. As redes dos pescadores voltavam vazias após dias e dias de trabalho, mas quando Jesus indicou um certo local onde as redes deveriam ser jogadas, voltaram tão cheias de peixes que quase arrebentam. Esses milagres teriam convencido Simão e seu irmão André, além dos sócios dos dois, Tiago e João, a seguirem Jesus. Para isso, ele deixou para trás a família e o antigo nome, passando a viver a partir daí como o apóstolo Pedro. Tornou-se, segundo os evangelhos, um pescador de almas.

DE TRAIDOR A MÁRTIR
Pela tradição bíblica, Pedro teria negado Cristo três vezes, quando Jesus foi preso e conduzido à crucificação. A atitude do apóstolo inclusive, foi prevista pelo próprio Jesus na última ceia. Perseguidos após a morte de Jesus, os apóstolos teriam se espalhado por vários locais, para continuar pregando “a boa nova”. Pedro viajou para Antioquia, Jerusalém e finalmente chegou a Roma. Os evangelhos e outros textos bíblicos reconhecidos pela igreja, o colocam sempre em posição de destaque entre os apóstolos e também no papel de articulador e organizador da igreja nas suas origens.
Na tradição popular, São Pedro é o guardião das chaves das portas do paraíso e para entrar no céu, é preciso passar por ele
No entanto, historiadores como Heinrich Dressel, em 1872, afirmam que Pedro nunca esteve em Roma e teria morrido em Alexandria, no Egito. Essa teoria porém, foi refutada quando o túmulo de Pedro foi localizado em Roma, em 1950. Já os evangelhos apócrifos, aqueles que não são reconhecidos pela igreja, tem uma visão menos glamorosa de Pedro e o colocam como um dos apóstolos de menos fé e ciumento pela predileção de Jesus por outros discípulos. Na ficção, a escritora norte-americana Margaret George, autora do romance Maria Madalena – A Mulher que amou Jesus, bebe na fonte dos evangelhos apócrifos para descrever um Pedro que em nada lembra o mártir católico.
Pela tradição evangélica, Pedro teria sido preso em Roma, por volta de 67 d.C, quando o cristianismo ainda era uma religião perseguida pelo império romano, e condenado à crucificação. O apóstolo então teria dito que não era digno de morrer como seu mestre Jesus Cristo e por isso, pediu para ser crucificado de cabeça para baixo.

DÍZIMO


SER DIZIMISTA É UMA QUESTÃO DE FÉ!
ORAÇÃO DO DIZIMISTA.
Recebei, Senhor, minha oferta.
Não é uma esmola porque não sois mendigo; não é uma contribuição porque não precisas; não é o resto que me sobra que vos ofereço.
Esta importãncia representa, Senhor, meu reconhecimento, meu amor e minha generosidade.
Pois, se tenho, é porque me deste.
Obrigado, Senhor!
Amém.
Irineu Maciel de Medeiros.

sábado, 19 de junho de 2010

6 DE JUNHO, DOMINGO'


10 Do Tempo Comum
São Marcelino Champagnat
Missa: Eclo 24,40-47; Sl 112; At 1,12-14; 2,44-47; Mt 18,1-7.1o.
Santo: Marcelino Champagnat, Marlhes, França (1789-1840), sacerdote marista, fundador do Instituto dos Irmãozinhos de Maria, ou Irmãos Maristas das Escolas (FMS). Viveu em um tempo conturbado por graves conflitos políticos. A revolução Francesa, iniciada no mesmo ano em que nasceu, mergulhou a sociedade francesa e a Igreja em profundo caos. Sensibilizado pelas necessidades pastorais de seu tempo, Marcelino concebeu o projeto de fundar um Instituto de Irmãos que se dedicassem à educação e à formação religiosa das crianças e dos jovens. Norberto, bispo e fundador, Alemsnhs (1080-1134), memória facultativa, pág.1263. Com alguns companheiros, fundou a Ordem Premonstratense e organizou os seus primeiros mosteiros.
ESPIRITUALIDADE: Eu vos peço, meus queridos Irmãos, com toda a afeição de minha alma e por toda a feição que tendes por mim, que procedais sempre de tal modo que a santa caridade se mantenha sempre entre vós. Amai-vos uns aos outros, como Jesus Cristo vos amou. que não haja entre vós, senão um mesmo coração e um mesmo espírito. Que se possa dizer dos Irmãozinhos de Maria como dos Primeiros Cristãos: "Vede como eles se amam" (Testamento Espirituaol).
Lembrete: O ração pela vitalidade do Carisma legado por São Marcelino: Ó Maria, seja uma fonte de renovação para o instituto, hoje!
ANIVERSÁRIO: 1840 - Morte de Marcelino Champagnat em L'Hermitage, durante a oração da manhã dos Irmãos. 1961 - Introdução da causa de canonização do Ir. CIPRIANO JOSÉ E DE 21 Irmãos martirizados na Espanha em 1936.
INTERNÇÃO:
Ação de graças pela vida e obra de São Marcelino Champagnat. A presença Marista no mundo. As criançãs, os jovens, os adultos, os Irmãos, os membros do MChFM.
Irineu Maciel